segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Lei da Pesca no MT: deputados cedem e “cota zero” é suspensa


Lei da Pesca no MT: deputados cedem e “cota zero” é suspensa

Nova lei passa a valer a partir de março com cota de 5 kg ou um exemplar para amadores

LEIDOMTDepois de quase sete meses de discussão a nova Lei da Pesca de Mato Grosso vai se tornar mais “branda” a partir da sexta-feira, dia 1º de março. Numa última audiência agitada na Câmara de Cuiabá os parlamentares decidiram suspender a “cota zero” e aumentaram a quantia semanal dos profissionais em 25% do que estava previsto.
Um novo texto já está sendo redigido. A Pesca & Companhia apurou com a assessoria de imprensa do deputado Zeca Viana (PDT), o autor do projeto, que as novas mudanças devem ser aprovadas por unanimidade na próxima semana, “já que houve um consenso” entre os parlamentares. Até às 15h desta quinta-feira Viana não atendeu às ligações da nossa reportagem para responder se houve ou não pressão para que ele cedesse.
Aprovada em meados do ano passado, a Lei Estadual nº 9794/12 foi alvo de duras críticas. Mesmo depois da sanção do governador Silval Barbosa (PMDB) houve uma manobra na Assembléia e a vigência da lei foi adiada para depois do término da piracema – o período de proibição da pesca por conta da reprodução dos peixes – que vale no período de novembro a fevereiro.
Neste longo período, pescadores profissionais e alguns empresários do turismo, em especial os que atuam na região do Pantanal, se uniram e passaram a pressionar os deputados para que mudanças nos artigos mais protecionistas fossem feitas.
A “cota zero” para amadores pelos próximos três anos foi a parte mais questionada. Alguns donos de barcos hotéis e pousadas reclamaram da “perda de clientes”, porque estes entendiam que estavam “proibidos de pescar”. Na verdade, a pesca sempre esteve liberada, a suspensão se dá no transporte e no abate dos pescados.
Essa pressão deu certo. Pelo texto substitutivo os amadores agora terão direito a uma cota de 5 kg ou um exemplar. Os profissionais, que antes teriam 100 kg por semana, agora poderão pescar 125 kg; ou seja “perderam apenas” 25 kg do que antes tinham direito.
Pesca & Companhia apurou que alguns pontos devem ser ainda discutidos, como a proibição do abate do dourado e da piraíba nos rios do estado e o poder de fiscalização ser delegado por meio de convênios entre a Secretaria de Meio Ambiente e associações. A liberação da pesca da piranha também deve ser decretada.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Snap ideal para artificiais


Snap ideal para artificiais

Valorize o snap: ele pode agilizar bastante a sua pescaria

internadicaalex.jpgMuitos pescadores não dão o devido valor a esta pequena peça e só irão se lembrar dela durante a pescaria, justamente quando é preciso trocar a isca rápido porque um belo peixe recusou a artificial que você estava usando.
No mercado existem diversas marcas disponíveis que fabricam snaps em variados formatos e extremamente fortes. Muitas vezes os pescadores acabam procurando apenas os modelos mais fortes e acabam esquecendo que a forma é fundamental.
Depois de experimentar diversos modelos, o que melhor atendeu as minhas expectativas foi o modelo em forma de gota da Metalúrgica Gil.
A forma arredondada dá total liberdade ao trabalho da isca e o encaixe fácil permite o uso com qualquer isca.
Outras dicas



domingo, 10 de fevereiro de 2013

Não Esqueça


A tralha de pesca vai além de vara, carretilha e anzol. A maioria dos acessórios ‘extras’ só faz falta na hora H, ou seja, quando você está num barco no meio do rio, seja na floresta amazônica ou em alto-mar, sem condições de voltar para buscar. Para você se prevenir, aqui vai uma lista de sugestões do que incluir na bagagem:
Licença de pesca. Exigida em todo o território nacional, subdivide-se em 3 categorias: pesca desembarcada, embarcada e subaquática. Custa R$20,00 (a primeira) ou R$ 60,00 (as duas últimas). O formulário para obtenção da licença pode ser obtido on-line, no site www.ibama.gov.br/pescaamadora.
Bloqueador solar. Para ficar horas debaixo do sol é importante usar produtos para a pele com fator de proteção 30 ou mais. E repetir a aplicação a cada 3 horas, ou então quando o bloqueador for removido por água ou suor.
Repelente de insetos. Pernilongo, carapanã, muriçoca, pium, mosquito, pólvora, borrachudo e mutuca são alguns dos personagens menos queridos e mais freqüentes numa pescaria. Vale a pena ir munido de repelentes de boa qualidade. As picadas são incômodas e até dolorosas, e podem causar reação alérgica.
Impermeáveis e botas de borracha. Considerados itens ‘agourentos’ por ‘atraírem chuva’, são indispensáveis em caso de aguaceiros, ventos fortes ou ondas de frio inesperadas.
Roupas
Roupas adequadas. No calor, use sempre roupas leves, de algodão ou de materiais sintéticos permeáveis à transpiração, comosupplex e cool-max. Calças e camisas de manga longa são a melhor opção para exposição contínua ao sol. Bonés e chapéus protegem o rosto e previnem contra insolação. No frio, blusas de algodão e materiais modernos e finos, como opolar, trazem maior conforto.
Máquina fotográfica digital. É a melhor amiga do pescador esportivo. O peixe é solto, mas a foto comprova a captura. Leve sempre memória suficiente, cheque a bateria, e proteja o equipamento contra sol e umidade. Use flashmesmo de dia para fotos com luz forte de fundo (sol direto ou reflexo na água), ou para eliminar a sombra do boné. Para fotos com qualidade de impressão em tamanho 10 x 15 cm, câmeras de 3.0megapixels são suficientes.
Alicate
Alicates. São 3 tipos, indispensáveis para a segurança do pescador no manuseio do peixe, que sempre se debate sem avisar: o de contenção, ou ‘pega-peixe’; o de bico, para remoção de anzóis e garatéias; e o de corte, para seccionar anzóis em caso de emergência.
Óculos escuros. De preferência, polarizadores: além de protegerem os olhos, ajudam a identificar estruturas submersas como pedras, troncos e alterações de relevo, onde permanecem muitos peixes, em busca de caça ou abrigo. Item de segurança na pesca de arremesso, sobretudo quando há dois ou mais pescadores próximos.
Instrumentos de orientação. O ideal é sair com um guia, especialmente se o local de pesca não é conhecido. Mesmo assim não dispense cartas náuticas, bússola e/ou GPS. As cartas podem ser obtidas no site da Diretoria de Hidrografia e Navegação: www.mar.mil.br/dhn. E carregue sempre uma lanterna. Nunca se sabe se a pescaria vai se estender até depois do pôr-do-sol...

Tucunaré frito com molho


Tucunaré frito com molho

Tucunaré frito: receita típica do Amazonas Foto: Fernando Cavalcanti / Divulgação
Tucunaré frito: receita típica do Amazonas


Ingredientes
1 peixe tucunaré grande
Sal e limão
Alho
Óleo para fritar
Ingredientes do molho
Tomate
Cebola
Pimentão
Cheiro verde
Azeite, limão, vinagre e sal
Todos os ingredientes a gosto
Modo de preparo
Separar a cabeça do peixe (não deve ser usada na receita). Corte o peixe em pedaços largos e deixe no limão e sal por oito horas para marinar. Depois, limpe o peixe, tirando o excesso, mas mantendo a pele, e lave com limão.
Misture sal, caldo de limão e alho e passe no peixe para temperar. Depois, passe o peixe na farinha de trigo para fritar no óleo bem quente no fogo alto, mas é necessário diminuir o fogo para que o peixe cozinhe por dentro.
Molho
Para preparar o molho, misture o tomate, a cebola, o pimentão, o cheiro verde e os demais temperos e refogue. Depois, com o peixe frito, jogue o molho por cima e é só servir.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Dupla função para os passaguás


Além de ajudar na hora de embarcar o peixe, item é muito útil para salvar iscas artificiais

INTERNAPESCADICA1105.jpgRecentemente em uma pescaria em Três Marias (MG) com meu grande amigo Flávio Guerra, aprendi uma forma interessante de se resgatar a artificial com maior facilidade e menos perigo de se quebrar a vara. O meu companheiro utilizou um “puçá” (coador ou passaguá), tornando o processo mais rápido e eficaz!
Porém, um detalhe deve ser observado. A rede deve ser de fio de náilon para evitar que a garatéia enrosque na rede do artefato.
Depois de vê-lo usando este artifício, até sugeri a ele que passasse a usar um puçá telescópico, com cabo longo, que daria maiores possibilidades de salvar as iscas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tucunas do Triângulo Mineiro


Tucunas do Triângulo Mineiro

Lester Scalon traça roteiro para pescar os melhores tucunas no interior de Minas Gerais

LESTERSCALONO tucunaré se tornou o principal peixe para pesca esportiva no País, tanto que foi introduzido com sucesso nos lagos dos rios de norte a sul do Brasil. Entre esses locais, o Rio Grande e Paranaíba, juntos com seus afluentes, são uma das principais regiões para captura de tucunarés. Localizado no Triângulo Mineiro, os rios se tornaram referências para a pesca desse peixe. Duas espécies foram introduzidas nestes locais: os tucunarés- azuis e amarelos, que se adaptaram e procriaram de uma maneira espetacular.
Contudo, na mesma velocidade em que a quantidade de peixes aumentou, a pesca predatória também cresceu, reduzindo drasticamente a sua população. Somente na bacia desses rios, na região mineira, são 14 lagos à disposição dos pescadores; alguns já famosos e com bastante estruturas de pousadas; outros sem nenhum local especifico para atender. A seguir, vamos falar um pouquinho de cada um desses lugares situados no Triângulo Mineiro.
Lembre-se sempre de consultar as autoridades locais para saber se a pesca está permitida na época em que estiver na região escolhida.
Lago de Estreito
O Lago de Estreito, situado no Rio Grande, é um dos mais belos lagos do País. Dentro da área de 46 km², a quantidade de peixes não é muito grande, mas suas águas cristalinas e suas paisagens deslumbrantes fazem da pescaria um verdadeiro descanso para a mente e para a alma. Como moro a 40 km do lago, sempre estou dando uma voltinha por lá, para recarregar as baterias. Ali o peixe acaba se tornando um detalhe na pescaria, tamanha é a beleza do lugar. A cidade mais próxima é Pedregulho, que fica a 30 km, e não tem uma pousada especifica para pesca. No final do lago existe o clube recreativo Acquaminas, um bom local para se hospedar e descer a embarcação.
Clube Acquaminas
Contato: (35)3526-5252 / acquaminas@hotmail.com
Lago de Jaguara
Com uma área de 33 km², o Lago de Jaguara fica situado no Rio Grande, tendo como referência a cidade de Rifâina. Mais explorado turisticamente pelo lado recreativo, é pequeno para que uma pousada funcione especificamente voltada para a pesca esportiva. São poucas as baías, mas existem algumas com pauleiras. Não possui grande quantidade de tucunarés, mas para quem mora próximo, ou para quem visita a região, Jaguara é uma boa pedida.
Parque Náutico de Jaguara
contato@parquenauticodejaguara.com.br – (34) 3351-9150
Rodovia MG 428, Km 102 Jaguara – Sacramento/MG
Lago de Volta Grande
Situado no Rio Grande, a cidade mais próxima é Miguelópolis, município que possui inúmeras pousadas. Outrora, o destino era considerado referência na pesca do tucunaré, mas, como sempre, a pesca predatória reduziu muito a grande quantidade de peixes. Ainda assim é um destino muito procurado pelos pescadores. O lago tem e extensão de 201 km², muitas baias com pauleiras, sendo a mais famosa a do Jonas, além de belas baías, como a do Buritis e a do Pantanalzinho.
POUSADA DO PESCADOR
MIGUELÓPOLIS/SP
Fone (16) 3835–3332 / (16) 3835–3332
email: apousadadopescador@apousadadopescador.com.br
Lago de Porto Colômbia
Lago com 143 km² de superfície, formado pela barragem de Colômbia, no Rio Grande. No local existem estruturas boas para atender o pescador. Logo abaixo da usina de Volta Grande é possível se hospedar e descer as embarcações. Não possui muitas baias e os pontos de pesca não são muito destacados como em outros lagos. A pescaria na região vale a pena, ainda que a quantidade de peixes hoje esteja razoável.
Pousada Volta Grande – Fone : (17) 3359 9006 – 9979-0543 ( Rogério )
Lago de Marimbondo
O Marimbondo possui 426 km² de superfície, e é mais conhecido pelo nome das duas cidades que se localizam no final do lago: Colômbia, do lado paulista, e Planura. do lado mineiro. É um lago situado no Rio Grande, que varia bastante o nível de suas águas, chegando nos meses de outubro e novembro com o nível bastante baixo. Apesar de nele não existirem muitas baías, o Lago de Marimbondo tem como tributário na sua cabeceira o Rio Pardo, mantendo uma boa quantidade de peixes e muitas pousadas nas duas cidades. No começo do Marimbondo situa-se a cidade de Fronteira – MG, que também explora o turismo de pesca esportiva no lago.
POUSADA YOKOHAMA-Planura – MG 
E-mail: pousada.yokohama@uol.com.br
São Paulo – (11) 3014-5329
Minas Gerais – (34) 3427-2929
Náutico Clube Fronteira -(34) 3429-8500
LESTERMINEIROLago de Água Vermelha
Com 643 km² de superfície, o Lago de Água Vermelha é o primeiro do Rio Grande. Tem muitas estruturas para atender o pescador nas cidades de Icem, Mira Estrela, Indiaporã, Orindiúva, Cardozo, Iturama e outras. Seu principal tributário é o Rio Turvo, que ajuda a mantê-lo vivo nesta parte do rio que virou lago. Tem uma grande quantidade de baías, pousadas e cidades próximas. A quantidade de peixes também é boa, mas, como em todos os lagos, em outros tempos já foi melhor.
Pousada Grandes Lagos – Cardoso – SP fone- (17) 34532352 – (17) 81168827
Lago de São Simão
O Lago de São Simão é o primeiro do Rio Paranaiba, famoso pelos grandes tucunarés- azuis, e, como os outros lagos, ao longo do tempo vem passando por altos e baixos. Sempre que estive em São Simão capturava um belo azulão. Atualmente, o lago abriga o maior evento da pesca esportiva do tucunaré. O ultimo evento bateu todos os recordes, com 200 embarcações participando do torneio. Na cidade há pousadas e hotéis que podem atender, além do pescador, a sua família também. Seu reservatório tem 722 km², com baías mais planas e rasas que permitem a pesca desembarcada.
Gerivá Park Hotel: (34)3251-8137 e (34)9650-1255
guia -Capitão Gancho: (34)9677-3357 e (34)9252-1890- guia – Márcio Galvão 64 -9966-1111)
Lago de Cachoeira Dourada
Também situado no Rio Paranaíba, o lago é pequeno, com apenas 65 km², propiciando uma boa pescaria de tucunarés, com predominância dos amarelos. A cidade de Cachoeira Dourada está situada ao lado da barragem e às margens do lago. Tem pousadas, inclusive com águas quentes, mas não direcionadas para a pesca. Contudo, há nela uma esplêndida estrutura de praia com excelentes rampas de acesso ao lago.
Yquara Thermas Clube: (34)3265-1200 e (34)3265-1122 guia – Capitão Gancho: (34)9677-3357 e (34)9252-1890
LESTERTRIANGULOMINEIROLago de Itumbiara
O Itumbiara é um dos maiores lagos do País, com 778 km². Situado no Rio Paranaíba, fica próximo da cidade goiana de Itumbiara e de Tupaciguara, do lado mineiro, que muitas vezes rouba o nome do lago. No município de Minas Gerais estão varias das pousadas direcionadas à pesca esportiva. Possui estruturas de todo tipo, desde pauleiras até espraiados e em sua parte central ultrapassa os 10 km de largura.Também famoso pelos seus grandes azulões, o lago ainda atrai muitos pescadores do Brasil.
Pousada Recanto do Tucunaré – fone (34) 3259-7110
Lago de Emborcação
O Lago da Emborcação é o ultimo do Rio Paranaíba, e a cidade de referência é Três Ranchos, que fica às margens do lado goiano. Três Ranchos se tornou uma cidade turística em função do grande lago, mas também possui pousadas direcionadas à pesca esportiva. Com uma área de 444 km², e muitas baías a serem exploradas, o lago baixa muito o nível das águas no período de outubro a dezembro. Também é famoso pelos grandes tucunarés- azuis.
Pousada 3 Ranchos
Contatos:
E-mail: contato@3ranchos.com.br 
Site: www.3ranchos.com.br
Fone: 64- 3475-1575
LESTERTUCUNALago de Miranda
O Lago de Miranda, com 50 km² de superfície, também se acha localizado no Rio Araguari. Um fato curioso é que parece haver cruzamento de espécies de tucunarés dentro do lago, já que, em vez das tradicionais faixas nos azuis, lá é comum encontrar somente quatro, além de uma conformação física fora do padrão normal. Tem poucas baías e espraiados.Não é um lago muito piscoso, mas vale a pena conhecer se estiver na região. Não existem pousadas direcionadas para pesca, mas possui estrutura para descer a embarcação no lago.
Parque dos Dinossauros – fone (34) 3225-6515
Lago de Nova Ponte
Além de grande, o Lago de Nova Ponte, de 440 km², possui uma estrutura diferenciada, pois altera muito o nível da água e as margens, que se tornam fundas a 2 ou 3 metros de distância. A cidade de Nova Ponte, situada às margens do lago, não tem pousadas direcionadas, mas oferece toda a infraestrutura para o pescador, com hospedagem, rampas e barcos para alugar.
Pousada do Carlinho – fone (34) 9930-2636                                                                                             _________________________________________________________________________________FONTE:portal pesca e conpanhia DATA :04/02/13 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

como Trabalhar as iscas artificiais

Ao arremessar e enroscar em alguma estrutura nunca tentar desenroscar a isca artificial puxando ou usando a força. Ela pode se soltar e voltar em direção ao pescador ou parceiro, e provocar graves ferimentos ao pescador. A maior parte dos acidentes com garatéias é consequencia do desenrosco de iscas.

Iscas artificiais são objetos inanimados. Cabe aos pescadores darem vida a isca, trabalhando para imitar peixes feridos, com dificuldade para respirar ou se alimentando, assim parecerão mais vulneráveis e atraentes aos peixes.

Se a isca que você está usando não estiver funcionando, não insista, mude a isca. Algumas espécies quando fisgados com a mesma isca parecem reconhecê-las e evitá-las.

Sempre ao trabalhar a isca inicie com trabalhos lentos, a tendência do peixe pegar é maior. O trabalho rápido é eficiente para dias que os peixes estão bastante ativos.

Fisgue o peixe somente após sentir a tensão da linha na ponta da vara.

Quando você for treinar arremessos com iscas artificiais, priorize a precisão ao invés da distância.

Certifique que o anzol ou garatéia de sua isca está devidamente afiado.

Verifique constantemente os primeiros metros de sua linha. É comum o desgaste em pedras e em outras estruturas.

Procure local com estruturas como árvores caídas, pedras e vegetações aquáticas. São ótimos esconderijos para peixes predadores.

Empates de aço atrapalham o trabalho das iscas, então evite usá-los.

Use sempre de 02 a 03 metros de linha transparente como Leader para depois amarrar a isca artificial.

Use sempre Snaps para prender a isca artificial, além de fácil troca não interfere no trabalho da isca.

Trabalhe a isca ao máximo. Alguns peixes perseguem a isca esperando o melhor momento para atacá-las.

Iscas artificiais de cores escuras perecem ser mais produtiva nas pescarias noturnas.

Alguns tipos de iscas requerem o uso de giradores. O não uso acarretará a torção da linha.

Ao utilizar spinner ou spinner bait arremesse com distancia e sempre recolha lentamente, com algumas pausas . É interessante que essa isca se trabalhe sempre a meia água. Em pesque pagues essas iscas são bastante eficientes.

Isca de superfície ( Zara ), estas iscas para atraírem os peixes de forma mais eficiente, sempre trabalhe ritmado fazendo um zigue – zague na superfície da água.

Iscas de meia água são dão maiores resultados com toques de ponta de vara e recolhimento cadenciado, assim o trabalho da isca em meia água geralmente trabalha em zigue zague atraindo bastante os peixes.

Jumping Jig ou metal jig trabalhe sempre buscando o fundo do pesqueiro, dando toques de ponta de vara e recolhendo. Esta isca pode se trabalhar rapidamente ou de forma lenta. Das duas formas atraem peixes de diferentes espécies.

Camarão artificial – conhecido como D. O. A. , para a pesca de robalos nos mangues, interessante que se faça um arremesso preciso perto dos barrancos de manguezais e deixe a chegar no fundo e com toques lentos e recolhimentos a chance de resultados positivos é grande.

Ratlin – São iscas em formato de peixinhos que nadam no fundo. Com toques e recolhidas esta isca provoca sons bastante atrativos para os peixes. É interessante que se use este tipo de isca em locais onde há poucas estruturas, pois tem grande chance de enroscar a isca nas estruturas do fundo.

Colheres – ao arremessar, com toques de ponta de vara e recolhimentos, o brilho e o trabalho da colher é atrativo de um ataque surpreendente.

Poppers – esta isca é bastante eficiente para atrair cardumes que estão no fundo dos parceis ou lagos, com toques de ponta de vara, esta isca promove barulhos e mexidas na água que chamam bastante atenção.

Iscas com Hélice – esta isca também é bastante eficiente para atrair cardumes que estão no fundo dos parcéis ou lagos, com toques de ponta de vara, esta isca promove barulhos e mexidas na água atrativos para os peixes.

A pesca de iscas artificiais em dias com vento forte, não tem a mesma eficiência e atração dos peixes, devido a movimentação da superfície da água.

Para os peixes predadores como o Tucunaré, Robalo, Black Bass os ataques nas iscas são bem próximos as estruturas sejam submersas ou superficiais.

Para peixes de costões, parceis de pedra, os ataques são pertos ou distantes, dependendo do cardume.

Quando se encontra um cardume de peixes predadores, quase 100% das iscas artificiais funcionam com a mesma produtividade, independente de cores ou formatos, basta dar vida a isca.

Verifique sempre a garatéia da isca ao utilizar, determinados peixes tem o poder de abrir as garatéias quando fisgados. Ex. Tucunaré

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Suspeitos de pesca ilegal são detidos no Rio Grande em Uberaba, MG


Duas pessoas foram detidas suspeitas de realizar pesca ilegal na manhã desta terça-feira (22), no reservatório da Usina de Volta Grande, localizado no Rio grande, próximo a Uberaba, no Triângulo Mineiro. A dupla foi abordada durante um patrulhamento aquático da Polícia Militar (PM) de Meio Ambiente.
De acordo com a polícia, os dois suspeitos utilizavam redes para pescar, o que é proibido. “Não pode pescar com rede. Está proibido até o dia 28 de fevereiro que é o fim da época da Piracema”, esclareceu o sargento da PM, Carlos Henrique Barbosa.
Com eles, foram apreendidos 13 quilos de pescados das espécies tucunaré, tilápia e piranha. Os policiais também apreenderam o barco de seis metros de comprimento, o motor e 25 redes de pesca. Os pescadores foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal.Pescadores são presos após flagrante de pesca ilegal em MG (Foto: Reprodução/TV Integração)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Nível de reservatórios tem primeira alta de 2013, diz relatório do ONS


Represas do Sudeste/Centro-Oeste estão com capacidade em 28,67%.
Na quarta (9), governou negou risco de faltar energia no país.   Relatório divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONSx) aponta que os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste registraram, no dia anterior, aumento no nível de armazenamento de água, o primeiro desde o início do ano.

De acordo com o relatório, as represas localizadas nas duas regiões, e que respondem por 70% da geração hidrelétrica do país, estavam na quinta-feira (10) com as reservas em 28,67%.
Esta é a primeira alta desde 1º de janeiro, quando os lagos registraram 28,9% da capacidade, depois chegar a 28,8% em 31 de dezembro. De lá para cá, o nível de represamento de água no sistema Sudeste/Centro-Oeste caiu até 28,3%, registrado na quarta-feira (9).
Nos últimos dias, a baixa nos reservatórios aumentou o temor de falta de energia no país. As chuvas nos últimos meses ficaram abaixo do esperado, o que levou os reservatórios a níveis semelhantes aos do período pré-racionamento, decretado pelo governo em junho de 2001.
O ministro de Minas e Energia,Edison Lobão, negou na quarta-feira (9) que esse risco exista. Segundo ele, o Brasil tem “estoque firme” de energia e o abastecimento durante 2013 está garantido.

Nordeste
Entretanto, os reservatórios do sistema Nordeste, segundo parque gerador de hidroeletricidade do país, continuam baixando. Segundo o relatório do ONS, entre os dias 31 de dezembro e 10 de janeiro, o nível de armazenamento de água na região caiu de 32,2% para 29,61%.

De acordo com o governo, a previsão da meteorologia é que as chuvas no Nordeste neste primeiro trimestre de 2013 fiquem abaixo da média para o período. Para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, a previsão é que chova dentro do normal.Nível dos reservatórios 10.01 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Novo recorde: Japonês arremata atum por mais de R$ 3 milhões em leilão


Quantia supera em quase três vezes o recorde do ano anterior

Peixão de 222 kg foi arrematado em Tóquio. Foto: EFE
Peixão de 222 kg foi arrematado em Tóquio. Foto: EFE
Já imaginou comprar uma peça de pescado por mais um milhão de dólares? Pois foi o que se deu no último sábado, 5,  no tradicional leilão de atuns do Mercado de Peixes de Tóquio, o Tsukiji, no Japão.
O comprador arrematou um exemplar da espécie “rabilho” de 222 kg por US$ 1,76 milhão, mais de R$ 3,6 milhões, quebrando o recorde do ano anterior que era de US$ 653 mil (R$ 1,35 milhão) e pertencia a ele mesmo. O bitelo foi pescadoe em Oma, na província de Aomori,
Proporcionalmente, Kiyoshi Kimura, dono da rede de restaurantes de sushi Kiyomura, pagou mais caro neste ano. Em 2012 ele havia comprado um peixão de 269 kg com o preço aproximado de US$ 2,4 mil (R$ 5,256) o quilo. Este ano, o exemplar com 47 kg a menos, custou cerca de US$ 7,9 mil (R$ 17,301) o quilo.
Agora Kimura pretende vender cada peça de sushi desse atunzão a preços que variam US$ 1,43 a US$ 4,44 (de R$ 3,15 a R$ 9,72).

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Rio Grande (Minas Gerais)


Rio Grande é um rio brasileiro que nasce no estado de Minas Gerais e banha também o estado de São Paulo. Considerado um rio de planalto sua nascente localiza-se na Serra da Mantiqueira em Bocaina de Minas e percorre 1.360 km até encontrar o Rio Paranaíba município de Carneirinho-MG, formando o Rio Paraná.
A partir dos municípios de Claraval e Ibiraci, o rio forma a divisa natural do estado de Minas Gerais com São Paulo.

[editar]Afluentes

Os principais afluentes do Rio Grande são os Rio Aiuruoca, cuja nascente fica em ItamonteRio Lourenço Velho que nasce em Virginia nas proximidades do bairro MorangalRio das Mortes, que nasce entre Barbacena e Senhora dos Remédiosrio Jacaré, com a nascente na Serra do Galba em São Tiago; o Rio Verde, que nasce em Passa Quatro; Rio Sapucaí, cuja nascente fica na Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais; o Rio Canoas que nasce em Ibiraci serve de divisa entre MG e SP; o Rio Pardo, que nasce em Ipuiúna; o Rio Turvo, que nasce em Monte Alto.

[editar]Bacia

A bacia do rio Grande pertence à bacia do rio Paraná. Possui uma área total de 143 mil km², dos quais 86.500 km² localizam-se em Minas Gerais, o que equivale a 17,8% do território mineiro. A bacia do rio Grande é responsável por cerca de 67% de toda a energia gerada no Estado mineiro. No curso do alto Rio Grande destacam-se as usinas hidrelétricas deCamargossul de Minas ) e Itutinga ( entre as cidades de Lavras e São João del Rei). Usina hidrelétrica do Funil no município de Perdões.
No curso médio do Rio Grande, encontra-se a Usina Hidrelétrica de Furnas, no trecho denominado "Corredeiras das Furnas", entre os municípios de São José da Barra e São João Batista do Glória, em Minas Gerais. Na divisa do Triângulo Mineiro com São Paulo situam-se as seguintes usinas hidrelétricas: Mascarenhas de Moraes (Usina de Peixoto) no local da antiga Cachoeira do Inferno (Ibiraci-MG), Estreito, Jaguara, Igarapava, Volta Grande, Porto Colômbia, Marimbondo e Água Vermelha.
Represa Mascarenhas de Moraes em Ibiraci, Minas Gerais, Brasil (anteriormente conhecida como Represa de Peixoto). Construída pela Companhia Paulista de Força e Luz e inaugurada em 1957, Peixoto foi a primeira grande usina hidrelétrica erguida no Rio Grande. Foto por André Borges Lopes.
O Rio Grande contribui para manutenção de grandes clubes náuticos às suas margens tais como o águas do vale nos municípios deSacramento, MG e Rifaina, SP); bem como outros clubes em Igarapava (SP), Uberaba (MG), Conceição das Alagoas(MG),Miguelópolis(SP), Aqcua Minas entre os municípios de Ibiraci e Sacramento ambos de Minas Gerais. Contribui imensamente para agricultura e pecuária destes dois grandes estados brasileiros.
O Rio Grande na ponte da Via Anhanguera, na fronteira São Paulo/Minas Gerais. Foto por Renato M.E. Sabbatini.

Nível do Rio Grande em Colômbia, SP, é o menor em 39 anos, diz bióloga


Baixa no leito do rio afeta colônia de pescadores e afasta os turistas.
Usina de Marimbondo, próxima à cidade, opera com 20,1% da capacidade.

O nível do Rio Grande em Colômbia (SP) é o mais baixo dos últimos 39 anos para o mês de janeiro. A seca no leito não era vista desde que a barragem da Usina Hidrelétrica de Marimbondo, próxima ao município, foi construída. A afirmação é da bióloga Maria Inácia Freitas, superintendente de Meio Ambiente da Prefeitura de Colômbia.  Segundo ela, no município, os pescadores são os mais prejudicados.
A falta de chuvas no período e o consumo de energia elétrica contribuíram para a baixa do nível dos reservatórios localizados no Sudeste e no Centro-Oeste, que respondem por 70% da capacidade de produção de energia hidrelétrica no país. Em Marimbondo, a usina opera com 20,1% da capacidade, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).Em Colômbia, segundo a bióloga, a situação prejudica a economia local, já que na cidade vivem muitos pescadores e há um forte turismo de pesca desportiva. “Os impactos para a região são grandes e graves, porque nós temos atualmente 230 pescadores, que vivem exclusivamente da renda da pesca. E também nesta época nós temos os peixes exóticos, como a tilápia e a piranha, que podem ser pescados mesmo na piracema e atraem muitos turistas de pesca desportiva, que vêm para pegar essas espécies”, explica.
De acordo com Maria Inácia, o turismo em baixa prejudica até mesmo aqueles que pescam para a própria alimentação. “Não tem como navegar e, com o nível do rio tão baixo, os cardumes procuram águas mais profundas”, explica. Além da questão econômica, a bióloga alerta para o impacto ambiental da seca. “A diminuição do nível da água e as chuvas que vêm de forma desigual facilitam a erosão e o rio começa a assorear mais ainda.”
Sem navegação
Em alguns pontos, é possível verificar cerca de três metros de barranco. O pescador Daniel Malaquias conta que, na mesma época do ano passado, a água preenchia todo o leito do rio. “Dava para ver só o mato das margens, está muito raso. Tem pontos que não dá para navegar, porque as pedras do fundo do rio pegam no motor e o barco encalha”, diz.
O pescador Alexandre da Silva afirma que é a primeira vez que vê o Rio Grande com nível tão baixo desde que começou a trabalhar na região, há sete anos. “A pesca está péssima, cheguei a pescar só quatro piranhas em um dia inteiro. E pelo jeito não vai encher [o rio] porque a chuva não vem de jeito nenhum, até forma nuvens, mas não chove”, conta.
Solução
Segundo a bióloga Maria Inácia, esperar pela chuva não é a única forma de solucionar o problema e evitar que ele volte a ocorrer. “O que pode ser feito e a gente vem lutando para fazer é a recuperação dos mananciais, porque onde tem recuperação a incidência de chuva é maior. No caso do Rio Grande, ele possui 1% de mata ciliar, o que é muito preocupante.”
Nesta quarta-feira (9), o governo federal fará uma reunião com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico para avaliar a condição das represas do país.
Ponte no Rio Grande fica com estrutura à mostra em Colômbia, SP (Foto: Paulo Souza/EPTV)Ponte no Rio Grande fica com estrutura à mostra em Colômbia, SP (Foto: Paulo Souza/EPTV)